O software livre deve ser entendido como opção tecnológica do governo federal. Onde possível, deve ser promovida sua utilização. Para tanto, deve-se priorizar soluções, programas e serviços baseados em software livre que promovam a otimização de recursos e investimentos em tecnologia da informação. Entretanto, a opção pelo software livre não pode ser entendida somente como motivada por aspectos econômicos, mas pelas possibilidades que abre no campo da produção e circulação de conhecimento, no acesso a novas tecnologias e no estímulo ao desenvolvimento de software em ambientes colaborativos e ao desenvolvimento de software nacional.
A escolha do software livre como opção prioritária onde cabível, encontra suporte também na preocupação em garantir ao cidadão o direito de acesso aos serviços públicos sem obrigá-lo a usar plataformas específicas.
O LibreOffice e o Open Office são uma suite de escritório livre compatíveis com as principais suítes de escritório do mercado. Oferece todas as funções esperadas de uma suite profissional: editor de textos, planilha, apresentação, editor de desenhos e banco de dados.
Ela é compatível com as principais suítes de escritório do mercado.
E muito mais: exportação para PDF, editor de fórmulas científicas, extensões, etc...
O LibreOffice está disponível na maioria das plataformas computacionais:MS-Windows (Xp, Vista, Sete), Linux (32 et 64 bits, pacotes deb et rpm), MacOS-X (processadores Intel e PowerPC). São softwares livres para serem utilizados por qualquer pessoa. Você pode instalar uma cópia em todos os computadores que desejar, e utilizá-la para qualquer propósito, tanto por empresas, governos e administração pública em geral, quanto por projetos educacionais e de inclusão digital.
Desde a popularização da utilização do Software Livre nos computadores dos usuários finais, iniciada em meados do ano 2000, fala-se muito em Inclusão Digital utilizando esta categoria de softwares. Diversos projetos originados tanto da iniciativa pública quanto privada foram implementados utilizando o sistema operacional Linux. Praticamente a totalidade desses projetos utiliza, hoje, para o ensino de conceitos básicos de edição de textos, planilhas e apresentações, o pacote de aplicativos LibreOffice (anteriormente, BrOffice.org).
Entre as principais justificativas, estão o aspecto econômico, já que o Software Livre não implica em custos de licenciamento, e o aspecto ético, que está baseado na ampla aquisição e compartilhamento de conhecimento, devido a possibilidade de copiar, distribuir, estudar e modificar qualquer Software Livre.
Apesar das inúmeras vantagens, os projetos de Inclusão Digital com Software Livre sempre tiveram como desafio a criação e a manutenção do material didático para o uso em sala de aula. A criação de apostilas e planos de aula gerava dificuldades concretas para a implantação de projetos de educação básica em informática, devido ao tempo necessário para a sua criação e pela necessidade da associação do conhecimento técnico ao didático.
Diversos projetos com recursos suficientes, normalmente coordenados pelo poder público, criaram seus próprios materiais. No entanto, a utilização desses materiais por outros projetos de inclusão digital esbarrava, quase sempre, na sua desatualização ou no seu licenciamento restritivo, impedindo as modificações necessárias para a utilização pelos demais projetos.
A partir desse cenário, tomamos a iniciativa de criar um conjunto completo de documentos para projetos de inclusão digital, composto de: apostila do aluno, apostila do professor e planos de aula. Com isso, todo e qualquer projeto de inclusão digital pode obter material de uso gratuito e aberto, podendo adaptá-lo a sua própria realidade.
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